Hospital simula atendimento de vítimas de catástrofes

Hospital Santa Joana busca Acreditação Hospitalar Internacional pela Joint Commission International

Equipe do hospital simulou atendimento de vítimas de desabamento

Equipe do hospital simulou atendimento de vítimas de desabamento

Pernambuco pode ter o primeiro hospital do Norte e Nordeste preparado para receber vítimas de catástrofes. Para estar apto a atender essas situações, o Hospital Santa Joana, nas Graças, simulou na manhã deste sábado (13) o atendimento a alunos feridos por um desabamento do teto de uma escola, visando conquistar a Acreditação Hospitalar Internacional pela Joint Commission International (JCI).

A ação contou com cerca de 400 profissionais do Hospital, do Corpo de Bombeiros, do Samu. Quatro ambulâncias e um helicóptero foram usados para o transporte dos “acidentados”. A chamada simulação realística também utilizou manequins e adolescentes maquiados que se fizeram passar por 30 feridos, além dos supostos pais transtornados. Houve também divulgação dos boletins médicos à imprensa.

Para obter a Acertificação é necessário que toda a operação transcorra sem erros ou imprecisão no atendimento. Para isso são avaliados os trabalhos de todos os profissionais envolvidos, da equipe médica e dos motoristas, conforme explicou o diretor Geral da Operação, o médico Carlos Brito. “A primeira análise é que tudo seguiu dentro dos protocolos, ou seja, desde o momento da recepção dos pacientes, o acionamento dos profissionais de saúde de diversos setores, de imagem, farmácia, suporte de psicólogo aos familiares, intercâmbio da comunicação com o banco de sangue do Hemope, toda essa estrutura foi testada e articulada”, adiantou Brito.

Haverá a verificação de imagens e auditores acompanharam a operação para o desenvolvimento de análise naus precisa. “Nesse primeiro momento, a impressão que se tem é que o resultado foi satisfatório, funcionou dentro dos protocolos internacionais”, acredita o diretor. De acordo com ele, foram quatro meses de preparação para a simulação.

Para o coordenador geral do Samu, o médico Leonardo Gomes, apesar de envolver muitas vítimas e de demandar um grande número de profissionais e recursos materiais como ambulâncias e até helicóptero, a ação simulatória foi um sucesso. Segundo Leonardo, 40 profissionais do Samu participaram da operação.

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